Segunda-feira (06/01/2025):
O mercado de juros seguiu corrigindo os excessos nos prêmios das semanas anteriores, sustentado pela melhora do câmbio, com o dólar próximo de R$ 6,10. As taxas recuaram, especialmente nos vencimentos mais longos, embora o volume de negociações permanecesse baixo devido ao período de recesso. O cenário fiscal e as projeções de inflação ainda preocupam, mas o ritmo de piora tem desacelerado.
Terça-feira (07/01/2025):
As taxas fecharam entre estabilidade e leve alta, com o ajuste técnico perdendo força ao longo do dia. O dólar reduziu a queda, e o avanço dos rendimentos dos Treasuries americanos adicionou pressão de alta. O mercado mostrou cautela diante do cenário fiscal doméstico e das incertezas externas com a posse de Donald Trump nos EUA.
Quarta-feira (08/01/2025):
Os juros alternaram sinais ao longo do dia, com volatilidade guiada principalmente pelos Treasuries americanos. Internamente, a expectativa de medidas fiscais mais restritivas contribuiu para aliviar momentaneamente as taxas. A ata do Federal Reserve não trouxe surpresas, e ajustes técnicos predominaram na curva de juros local.
Quinta-feira (09/01/2025):
Com fraca liquidez, os juros recuaram em resposta ao alívio cambial, mesmo diante da piora dos Treasuries. A correção de exageros nos prêmios continuou, e o primeiro leilão de prefixados do ano foi bem-sucedido. A redução nas taxas reflete ainda o acompanhamento de medidas fiscais, embora sem novos avanços concretos.
Sexta-feira (10/01/2025):
Os juros encerraram a semana com estabilidade, refletindo a ausência de notícias relevantes. O foco dos investidores permaneceu nos ajustes técnicos e no comportamento do dólar, que continuou sustentando a correção na curva de juros. O mercado segue atento ao cenário fiscal e à expectativa de novos pacotes econômicos.