Highlights (Resumo): Alta nas Taxas de Juros.
Principal(is) vetor(es): as incertezas em torno do futuro da PEC da Transição e seus riscos para as políticas fiscal e monetária.
Destaque(s): Inflação e Risco Fiscal.
Contribuição: ✍ José Luis Gomes Lisboa CFP® Linkedin
No Relatório de Mercado Focus (21), a projeção para o IPCA em 2022 avançou de 5,82% para 5,88%, acima do teto da meta (5,0%), contra 5,60% há um mês. A expectativa para o índice de inflação oficial em 2023 voltou a subir após quatro meses, de 4,94% para 5,01%, também acima do teto (4,75%). Há quatro semanas, a estimativa para 2023 era de 4,94%. Para 2024, a mediana permaneceu em 3,50%. A meta para 2024 é 3%.
A semana no mercado de juros foi de alta mais acentuada nos trechos curto e intermediário, refletindo as incertezas em torno do futuro da PEC da Transição e seus riscos para as políticas fiscal e monetária. O spread entre os contratos DI jan/27 e jan/24 passou de -73 pontos na sexta-feira anterior (11), para -88 pontos, aumentando a desinclinação da curva. As taxas estão nas máximas desde abril de 2016.
Os principais vetores que influenciaram a trajetória da curva de juros foram:
Fizeram o contraponto mas não impediram a abertura da curva de juros:
A conferir o que estará no radar do mercado
O dólar no mercado à vista terminou o pregão da sexta-feira (18) cotado a R$ 5,3748, encerrando a semana em alta de 0,77% e valorização de 4,04% em novembro. Em 2022, o dólar cai 3,61% frente ao real.
Os principais fatores que influenciaram o mercado de câmbio foram:
Agenda de eventos e indicadores econômicos de 21 a 25 de novembro
Segunda-feira (21):
Terça-feira (22):
Quarta-feira (23):
Quinta-feira (24):
Sexta-feira (25):
Contribuição: ✍ José Luis Gomes Lisboa CFP® Linkedin
Fonte: Broadcast
