Highlights (Resumo): Alta nas Taxas de Juros.
Principal(is) vetor(es): segue a tônica do ambiente de incertezas em relação ao cenário fiscal em 2023
Destaque(s): Risco Fiscal.
Contribuição: ✍ José Luis Gomes Lisboa CFP® Linkedin
No Relatório de Mercado Focus (12), a estimativa para a alta do IPCA em 2022 passou de 5,92% para 5,79%, acima do teto da meta (5,0%), de 5,82% quatro semanas antes. A expectativa para o índice de inflação oficial em 2023 foi mantida em 5,08%, também acima do teto (4,75%). Há um mês, a mediana para 2023 era de 4,94%. A projeção para 2024 continuou em 3,50% pela sétima semana seguida. Há um mês, a mediana era de 3,50%. A meta para 2024 é 3%.
A semana foi de acréscimo de prêmios de risco nos vencimentos médios e longos da curva a termo de juros, refletindo o ambiente de incertezas em relação ao cenário fiscal em 2023. A curva diminuiu a desinclinação, com o spread entre os contratos DI jan/27 e jan/24 passando para -95 pontos, de -134 pontos na sexta-feira anterior (02).
Os principais vetores que influenciaram a trajetória da curva de juros foram:
Fizeram o contraponto mas não impediram a abertura da curva de juros:
A conferir o que estará no radar do mercado
O dólar no mercado à vista terminou a sessão da sexta-feira (9) cotado a R$ 5,2456 e valorização semanal de 0,59%. A baixa liquidez característica de fim de ano fez com que a variação entre a mínima semanal (R$ 5,1851) e a máxima (R$ 5,2899) fosse de pouco mais de 10 centavos.
Os principais fatores que influenciaram o mercado de câmbio foram:
Agenda de eventos e indicadores econômicos de 12 a 16 de dezembro
Segunda-feira (12):
Terça-feira (13):
Quarta-feira (14):
Quinta-feira (15):
Sexta-feira (16):
Contribuição: ✍ José Luis Gomes Lisboa CFP® Linkedin
Fonte: Broadcast
