Highlights (Resumo): Alta nas Taxas de Juros.
Principal(is) vetor(es): a insegurança com o futuro da situação fiscal do País.
Destaque(s): Risco Fiscal.
Contribuição: ✍ José Luis Gomes Lisboa CFP® Linkedin
No Relatório de Mercado Focus (9), a projeção para o IPCA de 2023 subiu de 5,31% para 5,36%, contra 5,08% há um mês, acima do teto da meta (4,75%). Para 2024, a mediana também voltou a subir, de 3,65% para 3,70%, de 3,50% há quatro semanas. O centro da meta de 2024 é 3,00% (margem de 1,50% a 4,50%). O cenário para a inflação neste e nos próximos anos continuou a se deteriorar, diante da expansão fiscal contratada pelo novo governo, sem ainda um plano claro para alcançar o equilíbrio das contas públicas.
No mercado futuro de juros, a semana foi de recomposição de prêmios em toda a curva a termo, refletindo a insegurança com o futuro da situação fiscal do País. A curva permaneceu com o mesmo nível de desinclinação considerando o spread entre os contratos DI jan/27 e jan/24, -80 pontos.
Os principais vetores que influenciaram a trajetória da curva de juros foram:
as sinalizações do novo governo de medidas que apontaram na direção da deterioração fiscal, aumentaram o temor de ingerência política em questões econômicas e provocaram volatilidade nos mercados:
Fizeram o contraponto mas não impediram a abertura da curva de juros:
Fatores que foram considerados de menor potencial para influenciar o movimento da curva de juros:
A conferir o que estará no radar do mercado
O dólar no mercado à vista terminou o pregão da sexta-feira (06) cotado a R$ 5,2363, encerrando a semana em queda de 0,83% em relação ao real.
Os fatores que influenciaram as alterações no preço da moeda americana foram:
Agenda de eventos e indicadores econômicos de 09 a 13 de janeiro
Segunda-feira (09):
Terça-feira (10):
Quarta-feira (11):
Quinta-feira (12):
Sexta-feira (13):
Contribuição: ✍ José Luis Gomes Lisboa CFP® Linkedin
Fonte: Broadcast
