Highlights (Resumo): Queda nas taxas de Juros.
Principal(is) vetor(es): apoiada nos sinais para a Selic, nas pautas no Congresso e no IPCA.
Destaque(s): Risco Fiscal e IPCA
Contribuição: ✍ José Luis Gomes Lisboa CFP® Linkedin
No Relatório de Mercado Focus (13), após a alta de 0,24% no IPCA de outubro, a projeção para a inflação oficial em 2023 passou de 4,63% para 4,59%. Um mês antes, a mediana era de 4,75%. Para 2024, foco principal da política monetária, a projeção oscilou de 3,91% para 3,92%. Há um mês, a mediana era de 3,88%. A mediana supera o centro da meta (3,00%), mas está dentro do intervalo de tolerância superior, que vai até 4,50%.
A semana na Renda Fixa foi de alívio nos prêmios de risco da curva doméstica com perda de inclinação, apoiada nos sinais para a Selic, nas pautas no Congresso e no IPCA. O spread entre os vencimentos para janeiro de 2025 e janeiro de 2029 fechou em 20 pontos-base, ante 34 pontos na sexta-feira anterior (3).
Os principais vetores que influenciaram o fechamento da curva de juros foram:
Fizeram o contraponto ao fechamento da curva de juros:
Fatores que foram considerados de menor potencial para influenciar o movimento da curva de juros:
A conferir
No Brasil
Nos EUA
No Mundo
O dólar no mercado à vista terminou o pregão da sexta-feira (10) cotado a R$ 4,9145. A divisa encerrou a semana com leve alta (0,37%), mas ainda acumula desvalorização de 2,52% em novembro.
Os principais fatores que influenciaram o preço da moeda americana foram:
Agenda de eventos e indicadores econômicos de 13 a 17 de novembro
Segunda-feira (13):
Terça-feira (14):
Quarta-feira (15):
Quinta-feira (16):
Sexta-feira (17):
Fonte: Broadcast
Contribuição: ✍ José Luis Gomes Lisboa CFP® Linkedin
