Segunda-feira, 13/05/2024: O mercado de juros futuros teve uma sessão com baixo volume de negócios e taxas praticamente inalteradas. As taxas curtas tentaram subir devido ao Boletim Focus e à suspensão da dívida do Rio Grande do Sul, mas o mercado hesitou à espera da ata do Copom e dos dados de inflação dos EUA. A taxa do DI para janeiro de 2025 fechou em 10,315%.
Terça-feira, 14/05/2024: A divulgação da ata do Copom trouxe alívio ao mercado, levando a uma queda nas taxas de DI, exceto na ponta curta, que subiu levemente. A ata esclareceu que o debate interno estava mais focado no cumprimento do forward guidance do que em uma política mais liberal quanto à inflação. A taxa do DI para janeiro de 2025 subiu para 10,330%.
Quarta-feira, 15/05/2024: A curva de juros perdeu inclinação, com taxas curtas estáveis e longas em baixa, influenciadas pela percepção de um possível alívio na política monetária do Fed. Internamente, o mercado ainda digeria a divisão no Copom. A taxa do DI para janeiro de 2025 subiu ligeiramente para 10,35%.
Quinta-feira, 16/05/2024: Os juros futuros oscilaram pouco, mas a curva inverteu o movimento do dia anterior, com taxas curtas estáveis e longas em alta, refletindo o avanço moderado dos rendimentos dos Treasuries e declarações conservadoras do Fed. A taxa do DI para janeiro de 2025 terminou em 10,36%.
Sexta-feira, 17/05/2024: Os juros futuros subiram, com a ponta longa mais acentuada, descolando da melhora do câmbio. Declarações do presidente do BC, Roberto Campos Neto, reforçaram a percepção de risco de pausa nos cortes da Selic. A taxa do DI para janeiro de 2025 fechou em 10,365%.