12/11/2024 (Terça-feira):
Os juros futuros ampliaram a alta, influenciados por um ambiente externo adverso e uma ata do Copom considerada “hawkish”. A taxa do DI para janeiro de 2026 subiu para 13,18% (de 13,15%), e o DI para janeiro de 2027 avançou para 13,34% (de 13,24%). As máximas foram registradas à tarde, acompanhando os Treasuries e o dólar, com o mercado projetando uma política econômica inflacionária nos EUA no segundo mandato de Trump. Internamente, a incerteza fiscal seguiu pressionando a curva.
13/11/2024 (Quarta-feira):
Os juros reduziram o ritmo de alta com declarações de Fernando Haddad sobre o pacote de gastos, embora sem detalhes concretos. A taxa do DI para janeiro de 2026 fechou em 13,21% (de 13,18%), e o DI para janeiro de 2027 avançou levemente para 13,36% (de 13,33%). Pela manhã, os juros subiram com a robustez da Pesquisa Mensal de Serviços e o ambiente externo cauteloso, mas o alívio veio no meio da tarde com a fala de Haddad e expectativas de medidas fiscais mais estruturais.
14/11/2024 (Quinta-feira):
Após passar boa parte do dia em queda, os juros futuros reverteram e fecharam com leve alta a partir dos vencimentos intermediários. O movimento foi impulsionado por declarações do presidente do Fed, Jerome Powell, sugerindo que cortes de juros nos EUA não ocorreriam tão cedo. A taxa do DI para janeiro de 2026 ficou estável em 13,23% (de 13,24%), e o DI para janeiro de 2027 subiu para 13,44% (de 13,40%).