Segunda-feira (27/01): O mercado iniciou a semana com leve queda nos juros futuros, refletindo um ambiente externo mais positivo e expectativas de cortes adicionais na Selic. O IPCA divulgado na sexta-feira anterior reforçou a percepção de desinflação, favorecendo os vértices mais curtos.
Terça-feira (28/01): A curva de juros apresentou maior volatilidade ao longo do dia, mas fechou com leve alta, pressionada pelo avanço dos rendimentos dos Treasuries nos EUA e pela cautela antes da ata do Copom. O mercado avaliava os sinais sobre a continuidade do ciclo de cortes na Selic.
Quarta-feira (29/01): O comunicado do Copom trouxe um tom considerado neutro (impacto mercado de quinta), reforçando o guidance de cortes graduais, mas sem comprometer movimentos mais agressivos à frente. A curva oscilou, mas fechou praticamente estável, com os vértices médios e longos levemente pressionados.
Quinta-feira (30/01): O leilão do Tesouro foi bem absorvido, com demanda robusta, ajudando a reduzir a inclinação da curva. Dados de inflação nos EUA abaixo do esperado contribuíram para a queda dos juros longos no Brasil, refletindo um alívio na pressão externa.
Sexta-feira (31/01): O mercado encerrou a semana com viés de baixa nos juros futuros, consolidando o movimento dos dias anteriores. O ajuste foi influenciado pela valorização do real, menor pressão inflacionária e fluxo positivo para mercados emergentes.