📉 Expectativas de Mercado para a Selic (DI Futuro da B3)
O mercado de juros futuros (DI da B3) aumentou suas expectativas de cortes na taxa Selic em relação à sexta-feira anterior.
Para o horizonte até a 6R/2027, a projeção acumulada de queda passou de -257,3 para -277 pontos-base.
Para as próximas 10 reuniões do Copom,a expectativa de corte aumentou de -237,6 para -262,1 pontos-base, com o CDI projetado para o fim de 2026 em 12,13%, ante 12,52% na semana anterior.
Para o fim de 2025 (próximas 2 reuniões), houve uma alteração marginal na expectativa de corte: de -1,5 para 14,3 pontos-base, com o CDI terminal projetado em 14,89% ao ano, ante 14,89% na semana anterior.
📊 Expectativas dos economistas(Boletim Focus-Mediana dos últimos 5 dias):
Para 2025, a projeção indica manutenção , com o CDI encerrando o ano em 14,90%.
Para 2026, a mediana Focus aponta um CDI terminal de 11,90%, equivalente a -300 pontos-base de corte. .
Para o horizonte até a 6R/2027, a projeção acumulada considera -450 pontos-base de queda, em outubro eram -425 ptb.
📈 Juros Pós-fixados em CDI / Selic
📉 Juros Prefixados
📊 Inflação (IPCA+)
💹 Renda Variável
Os prefixados de 5 anos e os IPCA+ de 20 anos foram os grandes vencedores, impulsionados pelo fechamento da curva e expectativa de flexibilização monetária. A Carteira RF+ RV foi a vencedora de novembro de 2025..
Panorama Geral:
Novembro foi marcado por forte otimismo nos mercados, com sinais consistentes de flexibilização monetária tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Esse movimento impactou positivamente os ativos de risco e trouxe fechamento expressivo na curva de juros doméstica.
Novembro consolidou um cenário de otimismo, com fechamento da curva de juros e valorização dos ativos de risco. Para dezembro, o foco permanece na decisão do Fed e na sinalização do Banco Central brasileiro, que deve confirmar início do ciclo de cortes em janeiro. Estratégias com títulos indexados à inflação e prefixados continuam atrativas para quem busca aproveitar o movimento de queda das taxas.
https://rendafixapratica.com.br/analise-semanal-2/relatorio-semanal-de-renda-fixa-e-tesouro-direto-381-07-11-2025/
Reação pós-Copom, manutenção da Selic e sinalização de cortes futuros. NTN-B e Tesouro IPCA+ ganham atratividade.
https://rendafixapratica.com.br/analise-semanal-2/relatorio-semanal-de-renda-fixa-e-tesouro-direto-382-14-11-2025/
Fluxo estrangeiro reforça demanda por prefixados. Projeções para Selic em 2026 abaixo de 9%.
https://rendafixapratica.com.br/analise-semanal-2/relatorio-semanal-de-renda-fixa-e-tesouro-direto-383-21-11-2025/
Livro Bege reforça apostas de corte pelo Fed; curva brasileira acompanha movimento.
https://rendafixapratica.com.br/analise-semanal-2/relatorio-semanal-de-renda-fixa-e-tesouro-direto-384-28-11-2025/
Expectativa consolidada de flexibilização monetária global. Migração para ativos de maior risco, mas IPCA+ longo prazo segue atrativo.
Com colaboração do Copilot AI
RESUMO MENSAL: IBOVESPA SOBE 6,3% EM NOVEMBRO E TEM MELHOR MÊS DESDE AGOSTO DE 2024
O Ibovespa encerrou novembro em tom maior, não distante de arredondar marca histórica a 160 mil pontos durante a sessão. O índice de referência da B3 avançou 6,37%, aos 159.072,13, melhor resultado mensal desde agosto de 2024 (+6,5%), em um período marcado por vários recordes superados em função do otimismo sobre queda de juros no Brasil e nos Estados Unidos. A valorização do Ibovespa em 2025 agora já chega a 32,25%.
Antes do feriado do Dia de Ação de Graças, o Livro Bege do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) apontou uma queda do emprego e riscos para a atividade econômica dos Estados Unidos. Dados divergentes de inflação, varejo e confiança do consumidor do país, divulgados nos últimos dias, já indicavam que uma redução em dezembro é possível, apontam analistas.
Ainda, o banco CIBC abandonou sua perspectiva de uma pausa de cortes pelo BC em dezembro, após ouvir de alguns membros do Fed que eles parecem prontos para agir primeiro, com mais um corte de juros em 2025, e buscar respostas para suas perguntas depois. O banco RBC, contudo, relembra que, à medida que a reunião de dezembro se aproxima, há desafios significativos de visibilidade de dados, com indicadores defasados em ambos os lados do mandato devido à paralisação (shutdown) do governo dos Estados Unidos.
Mas, com esse cenário, há uma aparente consolidação nas apostas por flexibilização monetária nos Estados Unidos – chegando a 86,9% hoje, segundo o CME Group. A expectativa pelos cortes do Fed em dezembro fez com que os principais índices acionários americanos subissem mais de 3% nesta semana.
No mês, contudo, não houve sinal único. O Dow Jones teve ganho de 0,32%, o S&P 500 encerrou em alta de 0,12% e o Nasdaq caiu 1,51%, este último com influência das quedas observadas nas ações ligadas à tecnologia, pela cautela de uma “bolha” no segmento de inteligência artificial (IA).
De volta aos ativos domésticos, o dólar apurou baixa de 0,85% em novembro, em linha com a queda mensal de 0,35% do índice DXY – que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes. No ano, a divisa americana acumula perda de 13,7% ante o real.
Anilson Moretti, head de câmbio da HCI Advisors, lembra que o Caged abaixo do esperado, a tramitação de incentivos para dividendos, a pauta fiscal em discussão no governo e no Congresso e a decisão da Moody’s de manter o rating do Brasil estável observados na última semana também compõem o pano de fundo do mercado de câmbio. Na sua avaliação, a combinação de fluxo, juros elevados e quadro externo mais benigno abre espaço para o dólar buscar o nível de R$ 5,30 e até R$ 5,25 em dezembro.
E, no mercado de juros futuros domésticos, todas as taxas cederam no acumulado de novembro, especialmente a partir do miolo da curva. Na comparação com as taxas de fim de outubro, houve redução de 25,5 pontos-base na taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027; de 33,5 pontos-base no DI para janeiro de 2029, e tendência similar no DI de janeiro de 2031, que devolveu 37 pontos-base no mês.
“Toda a curva fechou, refletindo a visão de que o Banco Central vai começar a cortar, assim como a redução pelo Fed em dezembro”, diz João Freitas, estrategista da Toro Investimentos, para quem nem a Pnad, nem o discurso conservador do presidente do BC, Gabriel Galípolo, ontem, diminuíram a probabilidade, ainda preponderante, de flexibilização do juro básico em janeiro.
Fonte: Broadcast
Relatório de acompanhamento dos Rendimentos Mensais de Carteiras de Investimentos em Renda Fixa
Ressalto que trata-se de um projeto de cunho educacional, não existe sugestão ou indicação de investimento em nenhuma das carteiras.
É aprender sobre a Renda Fixa acompanhando o mercado, é ter a visão prática e real.
O intuito é contribuir para elevação das discussões sobre investimentos em Renda Fixa no Brasil.
Acreditamos que com a obrigação da Marcação a Mercado de vários ativos de Renda Fixa, fato ocorrido em janeiro de 2023, a necessidade do entendimento sobre comportamento dos ativos de Renda Fixa ficará ainda mais latente.
